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Turismo em Salvador

24/07/2007

salvador

Salvador

Salvador foi a primeira capital do Brasil Colônia, desde 1549 até 1763, quando perdeu o posto para o Rio de Janeiro. Até hoje as duas metrópoles competem para atrair turistas nacionais e estrangeiros. No Recife a trilha sonora pode ser de melhor qualidade e muitas praias paulistas e catarinenses batem as da capital baiana em beleza paisagística e infra-estrutura, mas só em Salvador as conexões com a África são explícitas, o que a torna especial entre as grandes cidades brasileiras.

A cultura afro-brasileira se deixa literalmente tocar pelos turistas que escolhem Salvador. As cores e os sons do continente que forneceu seus homens mais robustos e capazes como escravos (os frágeis não resistiam sequer à viagem de navio) se renovam diariamente no sincretismo da religião, em terreiros ou igrejas; no berimbau que chama a capoeira a qualquer hora do dia; nas formas redondas das baianas servindo quitutes com óleo de dendê e leite de coco.

Os casarões do Pelourinho, cartão-postal e patrimônio da humanidade, foram restaurados nos anos 90 do século 20 e desde então a área é sinônimo de boas-vindas, confraternização, conforto em hotéis e pousadas. Quem se instala ali está longe da praia e a poucos passos dos ensaios do Olodum, da explosão barroca do Convento de São Francisco e da Missa Negra (catolicismo com atabaques) na igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

A fama do “pelourinho” original é avessa à alegria e muito anterior aos açoites para punir escravos no Brasil. Ainda no século 16, em Portugal, a coluna de pedra representava o poder do rei contra criminosos e era um local público de leitura das sentenças. Saber que, em respeito à história, o Pelourinho manteve o nome que remete ao sofrimento comprova mais uma vez o talento nacional de transformar limão em caipirinha.

Praias e trios elétricosSalvador se desenvolveu como pólo urbano de grandes distâncias entre uma atração turística e outra. A cantada praia de Itapuã, por exemplo, fica a 27 km do centro - e o transporte público lá não esbanja o padrão dos ônibus porto-alegrenses ou alemães. A praia de Ondina tem a vantagem de receber os trios elétricos no Carnaval e Rio Vermelho é concorrida pela vida noturna e pelas famosas baianas do acarajé. Nenhuma dessas duas praias próximas ao centro, porém, impressiona pela qualidade da água.

Se os planos de férias incluem banho de mar da manhã à tarde, a hospedagem nas proximidades da orla é estratégica para não perder tempo nos deslocamentos.Salvador se desenvolveu como pólo urbano de grandes distâncias entre uma atração turística e outra. A cantada praia de , por exemplo, fica a 27 km do centro - e o transporte público lá não esbanja o padrão dos ônibus porto-alegrenses ou alemães. A praia de tem a vantagem de receber os trios elétricos no Carnaval e é concorrida pela vida noturna e pelas famosas baianas do acarajé. Nenhuma dessas duas praias próximas ao centro, porém, impressiona pela qualidade da água. Se os planos de férias incluem banho de mar da manhã à tarde, a hospedagem nas proximidades da orla é estratégica para não perder tempo nos deslocamentos.Em fotografias do alto, olhando de longe, as multidões que se aglomeram nos blocos de rua de Salvador, Recife ou Olinda se assemelham, diferenciando-se dos foliões de sambódromo do Rio ou de São Paulo. A capital baiana, porém, organiza aquele caos de forma metódica: os trios elétricos seguem trajetos rígidos em três circuitos distintos.

E os seguidores dos trios que pagaram antecipado para vestir o abadá são protegidos por seguranças e posto médico, do lado e ao mesmo tempo apartados da multidão. Fora do cordão de isolamento, é preciso contar com a sorte para evitar assaltos e outras agressões.Salvador se desenvolveu como pólo urbano de grandes distâncias entre uma atração turística e outra. A cantada praia de , por exemplo, fica a 27 km do centro - e o transporte público lá não esbanja o padrão dos ônibus porto-alegrenses ou alemães. A praia de tem a vantagem de receber os trios elétricos no Carnaval e é concorrida pela vida noturna e pelas famosas baianas do acarajé. Nenhuma dessas duas praias próximas ao centro, porém, impressiona pela qualidade da água. Se os planos de férias incluem banho de mar da manhã à tarde, a hospedagem nas proximidades da orla é estratégica para não perder tempo nos deslocamentos.Em fotografias do alto, olhando de longe, as multidões que se aglomeram nos de Salvador, Recife ou Olinda se assemelham, diferenciando-se dos foliões de sambódromo do Rio ou de São Paulo. A capital baiana, porém, organiza aquele caos de forma metódica: os seguem trajetos rígidos em três circuitos distintos.

E os seguidores dos trios que pagaram antecipado para vestir o abadá são protegidos por seguranças e posto médico, do lado e ao mesmo tempo apartados da multidão. Fora do cordão de isolamento, é preciso contar com a sorte para evitar assaltos e outras agressões.Entre os “1.000 lugares para conhecer antes de morrer” do best-seller de Patricia Schultz, 46 itens estão no Brasil (mais o roteiro gastronômico em São Paulo) e, destes, 12 atrações ficam no Rio de Janeiro e seis na da Bahia. Sobre a capital soteropolitana, o guia recomenda não cometer a indelicadeza de se despedir da visita antes de visitar o Pelô, brincar nas festas e comer o acarajé. Um show de capoeira poderia muito bem ter sido incluído aí. Aquelas esculturas negras ambulantes fazem com os pés e as pernas volteios que boa parte da humanidade não consegue fazer com os dedos da mão. A importância destas manifestações está bem explicada e ilustrada nos museus e fundações culturais, abertos o ano inteiro.Salvador se desenvolveu como pólo urbano de grandes distâncias entre uma atração turística e outra.

A cantada praia de , por exemplo, fica a 27 km do centro - e o transporte público lá não esbanja o padrão dos ônibus porto-alegrenses ou alemães. A praia de tem a vantagem de receber os trios elétricos no Carnaval e é concorrida pela vida noturna e pelas famosas baianas do acarajé. Nenhuma dessas duas praias próximas ao centro, porém, impressiona pela qualidade da água. Se os planos de férias incluem banho de mar da manhã à tarde, a hospedagem nas proximidades da orla é estratégica para não perder tempo nos deslocamentos.Em fotografias do alto, olhando de longe, as multidões que se aglomeram nos de Salvador, Recife ou Olinda se assemelham, diferenciando-se dos foliões de sambódromo do Rio ou de São Paulo.

A capital baiana, porém, organiza aquele caos de forma metódica: os seguem trajetos rígidos em três circuitos distintos. E os seguidores dos trios que pagaram antecipado para vestir o abadá são protegidos por seguranças e posto médico, do lado e ao mesmo tempo apartados da multidão. Fora do cordão de isolamento, é preciso contar com a sorte para evitar assaltos e outras agressões.Entre os “1.000 lugares para conhecer antes de morrer” do best-seller de Patricia Schultz, 46 itens estão no Brasil (mais o roteiro gastronômico em São Paulo) e, destes, 12 atrações ficam no Rio de Janeiro e seis na da Bahia. Sobre a capital soteropolitana, o guia recomenda não cometer a indelicadeza de se despedir da visita antes de visitar o Pelô, brincar nas festas e comer o acarajé. Um show de poderia muito bem ter sido incluído aí. Aquelas esculturas negras ambulantes fazem com os pés e as pernas volteios que boa parte da humanidade não consegue fazer com os dedos da mão. A importância destas manifestações está bem explicada e ilustrada nos museus e fundações culturais, abertos o ano inteiro.

Fonte: Uol viagem

Públicado em Viagens | Vanessa Bomfim | |


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