Toda mãe quando pensa em fazer o teste do pezinho no seu bebê, fica com o coração partido, pois o bebê abre o maior choro, sem contar que as vezes é necessário espetar o pezinho mais de uma vez para a retira das gotas de sangue como amostra.
O famoso teste do pezinho é um procedimento importantíssimo para todos os recém- nascidos
Realizado o teste do pezinho na primeira semana de vida, serve para detectar precocemente várias doenças que poderão interferir na vida do bebê.
Verifica, por exemplo, a presença da fenilcetonúria e do hipotireoidismo congênito, que precisam ser tratados cedo, porque podem levar a complicações mentais e atrasos no crescimento da criança. Essas duas doenças são as de maior incidência e gravidade para bebês.
O teste do pezinho é obrigatório. O Estatuto da Criança e do Adolescente, uma lei federal, prevê que todos os hospitais e serviços de saúde realizem gratuitamente o exame considerado básico em até uma semana depois do nascimento da criança. Além disso, os estados também asseguram esse direito em sua legislação.
Pela sua importância, o exame também tem de ser encarado como uma obrigação dos pais. Por quê? Simples: ele é capaz de mudar a perspectiva de vida de um ser humano. Além das doenças detectadas no teste básico, há um exame mais completo, que verifica os chamados erros inatos do metabolismo.
São anomalias que causam retardamento mental e motor, além de doenças como a biotinidade, defeito genético que, quando severo, pode fazer a criança ter convulsões e problemas auditivos. A toxoplasmose congênita também aparece nesse teste: é uma infecção passada da mãe para o bebê, que apresenta sintomas como alterações de visão, de audição e neurológicas. Então mamãe não deixe de fazer o teste do pezinho.
Fonte: Revista Crescer
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